Ele chegou na Holanda aos 12 anos. O pai, executivo de uma empresa transnacional, havia sido transferido da filial grega para a holandesa.
Alguns anos e estudos mais tarde, o guri ganhava a vida como tradutor e intérprete do grego para o inglês e dava aulas de holandês.
Uma italiana de um grupo de iniciantes disse ao professor que queria falar holandês tão bem quanto a Máxima (a princesa argentina, casada com o príncipe herdeiro, Willem Alexander). A resposta do grego:
“Mas a Máxima precisa falar bem o holandês. Afinal, possui uma posição destacada na sociedade holandesa. Vocês não precisam falar bem o idioma. Se conseguirem entender um pouco já está ótimo”.
leia também: Na aula de holandês: o australiano
Como assim? O grego quer dizer que quem não faz parte da família real não precisa aprender bem holandês nem desempenhar um papel importante na sociedade holandesa?
Que estranho comentário pra um professor de idiomas.
Bjs!
O triste é que já escutei várias histórias iguais sobre professores com a mesma atitude. É uma pena, conheço muitas pessoas querendo aprender holandês que encontram professores que não tem interesse em ensinar.
beijo, Marianne.
Sem dúvida uma tremenda “pérola” desse sujeito, nao é?
Sds,
Susana
inda mais pq ele teve a baba de aprender holandês ainda como adolescente, muito mais fácil…
mas vejamos, o papel dele na sociedade holandesa permanece o de ser intérprete, ou seja, decodificar a criação local para gregos e englishspeakers… como instrumento que é, não encorajaria outros a competir com ele, não é?
aiai…