Arquivo para Maio, 2008

25
Mai

Na praia, no bosque, na fazenda

O festival de verão que mais freqüento é o Oerol. Durante 10 dias, as praias, dunas, bosques, diques, fazendas, campings, pontos de ônibus, povoados e outras locações de uma pacata ilha no norte da Holanda transformam-se em palco para diferentes tipos de manifestações artísticas.

Terschelling tem cinco mil habitantes. Para o festival, a ilha recebe outras 20 mil pessoas que têm boa reputação junto aos moradores. Os nativos dizem que o público do Oerol respeita a natureza, é prestativo e não promove atos de vandalismo.

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23
Mai

Submarina ganha blog RNW

A batateira ficou lisonjeada e aceitou o convite da Radio Nederland. De acordo com o diretor de redação, Wim Jansen, o conteúdo do Submarina preza pela qualidade e tem a ver com a linha da emissora internacional holandesa!

Ainda está em fase de teste, algumas coisas precisam ser traduzidas para o português, outras precisam ser melhor solucionadas, mas apresento por aqui o novo endereço do Submarina.

Por enquanto, a batateira atualiza os dois blogs…

20
Mai

Em quanto tempo se fala holandês?

“Nossa, como você fala bem o holandês!” Essa exclamação não soa como elogio para B, que nasceu na Turquia. Embora tenha imigrado com seus pais aos seis anos de idade, agora, aos 29, ainda ouve essa frase de holandeses.

“Como se fosse impossível conseguir falar o idioma do país em que fui alfabetizada”, irrita-se.

Embora o assunto seja delicado, vou atrever-me a dar minha opinião.

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13
Mai

“O típico holandês não existe”

Esta é a segunda vez que encontro um livro cuja introdução se refere a uma frase da futura rainha holandesa.

No ano passado, durante a apresentação de um relatório do governo sobre a identidade holandesa, a princesa Máxima disse que o típico holandês não existe. Na opinião da argentina que é casada com o príncipe herdeiro, há tanta diversidade no país que é impossível categorizar o holandês com base em clichês.

Em Nederland op z’n breedst (O melhor da Holanda, tradução/interpretação da batateira) os autores dizem assinar embaixo do discurso da princesa: holandeses são únicos.

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07
Mai

Ik ben van mijn bijgeloof gevallen

In Brazilië ben ik in een katholiek gezin opgegroeid.

Met mijn moeder ging ik elke zondag naar de mis. Maar als het nodig was, gingen wij ook naar meneer Angelo, een man die “mau olhado” kon uitbannen met zijn speciale gaven en kruiden.

“Slechte ogen”, letterlijk vertaald, betekent dat iemand jaloers op jou is. Dan wordt je daar verdrietig of ziek van.

In ons gezin waren een aantal bijgeloven echt regels voor ons thuis. Mijn broer en ik moesten deze strict volgen. Ik noem hier een paar van de ‘wetten’ van mijn kindertijd:

- Nooit eten voor een spiegel: je mond blijft in de kauwstand staan.

- Nooit douchen na het eten: je gaat gelijk dood!

- Nooit schoenen onderste boven laten ligen: dit brengt ongeluk.

- Nooit bestek op de grond laten vallen: dat brengt ruzie. Als het een vork is, is de ruzie met een man; als het een lepel is, gaat er iets met een vrouw gebeuren.

- Nooit een ster met je wijsvinger aanwijzen: er komt een wrat op je vinger.

- Wil je dat de vervelende gast je huis verlaat? Zet dan een bezem achter de voordeur.

- Wil je dat aardig bezoek snel naar je huis komt? Roep zijn of haar naam drie keer achter de voordeur.

Ik heb geen idee waar al deze bijgeloven vandaan komen. Er waren nog meer van dit soort regels… en verder voedden onze ouders ons uitstekend op.

Submarina wil weten: Bestaat dit soort bijgeloof ook in Nederland?




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