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Posts Etiquetados ‘Amsterdã’

A árvore do jardim dos fundos – Semana 2

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A árvore do jardim dos fundos – Semana 1

ps: perdi a semana 0…

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Solomon Burke & De Dijk

Solomon Burke faleceu no aeroporto de Schiphol em 10/10/10. Dois dias depois ele faria um show com a banda holandesa De Dijk. Como é que essa parceria aconteceu?

Essa história é contada num episódio do podcast Global Hit dedicado às lendas da música mundial que faleceram no ano passado. Nele, há uma homenagem especial a Solomon Burke. Huub van der Lube, do De Dijk, é um dos entrevistados: clique e ouça (em inglês)

Solomon Burke gravou seu último CD com o De Dijk. Em Hold on Tight ele interpreta vários dos sucessos da banda holandesa. As músicas que compõem esse álbum foram traduzidas do holandês para o inglês. Uma impressão das gravações:

De Dijk
Solomon Burke

Leia (e ouça) também:
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Amsterdã na TV brasileira

O Mundo segundo os brasileiros é uma série que passa na TV Bandeirantes às terças feiras. Nessa semana, o programa foi sobre Amsterdã. E a batateira também participou do programa. Assista Aqui!

Parte 1:

Parte 2:

Parte 3:

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Você me ajuda e eu te ajudo

Pietra mora em Utrecht. Como ia passar o final de semana em Amsterdã, achou mais prático utilizar uma OV-fiets.

No sábado pela manhã, antes de sair de casa, ela dirigiu-se ao website da OV-fiets para ativar seu cartão de trem; dessa forma tornou-se sócia do serviço de aluguel de bicicletas acoplado a quase todas as estações de trem do país.

Ao desembarcar do trem, na estação central da capital holandesa, dirigiu-se à bicicletaria, pegou uma OV-fiets e dirigiu-se ao bicicleteiro, para que escaneasse o código de barras em seu cartão e pudesse pedalar pela cidade feita para ciclistas.

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Na mesma, lucro ou prejuízo?

Sempre carrego um strippenkaart de 45 zonas na bolsa. Custa 21,60 euros e sai mais em conta do que comprar no ônibus.

Como quase não uso transporte público não costumo olhar o quanto já usei. Um mês atrás só percebi que o meu estava totalmente utilizado quando já estava dentro do ônibus ou bonde.

O jeito era comprar um um ’2-strippenkaart’ na mão do motorista, que custa 1,60 euro. Ao invés disso, ele me vendeu um wegwerpchipkaart, que custa 2,60 euros e é válido por 24 horas. Esse cartão faz parte do novo sistema de pagamento de transporte público na Holanda, o OV-chipkaart.
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Um pouco de progresso…

Começo a perceber que tenho uma certa fluência no holandês. Não que fale 100% correto ou que eu não tenha sotaque. E a fluência depende muito de com quem em falo e em quais circunstâncias.

Num ambiente descontraído como no festival Over Het IJ consigo formar frases completas, as pessoas me entendem e nem sequer me perguntam de que país eu sou.

Este progresso se deve ao fato de eu poder abrir mais a boca em holandês. Tudo começou nos festivais de teatro de 2008, na condição de voluntária.
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Temporada Bostheater 2009

foto: Serge Ligtenberg

foto: Serge Ligtenberg

A temporada de teatro ao ar livre no Amsterdamse Bos começou mais cedo.

Com isso, a produção do Bos Theater tenta driblar as mudanças climáticas, já que nos anos anteriores muitos espetáculos tiveram de ser cancelados por causa das chuvas de verão.

O cenário é a ilha onde vivem Próspero, Miranda e Calibã. A trupe do Bostheater interpreta De Storm.

A batateira não conseguiu compreender Sir William Shakespeare em holandês. Mas entendeu a história mesmo sem antes ter lido ou visto A Tempestade. A interpretação, o trabalho de corpo e a música são bons motivos para aplaudir de pé os atores do Bostheater. O cenário e o figurino também são surpreendentes.

De Storm fica em cartaz até nove de agosto.

Leia também:
- Mais teatro ao ar livre
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- Na praia, no bosque, na fazenda
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Turismo para ‘diehards’

Em seis de junho as obras do metrô em Amsterdã estavam abertas para visitação. Era possível ver as escavações dos buracos espalhados pelos nove 9,7 quilômetros que, segundo a previsão, devem unir a cidade de norte a sul a partir de 2017.

Tirando o fato de que a obra está estimada em 3,1 milhões de euros e de que diversos moradores se mudaram dos arredores de uma das estações porque os prédios deles afundaram alguns centímetros, quem é que se interessa em visitar uma estação de metrô inacabada?

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Sinal fechado

Ele já estava aguardando o farol mudar de cor antes de eu chegar no cruzamento. Boné na cabeça, mochila nas costas, olhou para mim e me cumprimentou.

‘De onde será que eu o conheço? Será que foi meu aluno de português?’, pensei. Cumprimentei-o e disse que não estava o reconhecendo.

- Nos conhecemos do tempo em que você não tinha máquina de lavar roupas, respondeu ele.
- Claro! É a primeira vez que te vejo de boné!

Não apenas o boné. Se o farol não estivesse fechado jamais o viria com trajes esportivos. Depois de um longo período, acabava de encontrar com o dono da tinturaria que a uns anos atrás frequentava semanalmente. Quando o via no estabelecimento dele, ele sempre estava engomadinho.

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