Posts TaggedAmsterdã
Na mesma, lucro ou prejuízo?
Sempre carrego um strippenkaart de 45 zonas na bolsa. Custa 21,60 euros e sai mais em conta do que comprar no ônibus.
Como quase não uso transporte público não costumo olhar o quanto já usei. Um mês atrás só percebi que o meu estava totalmente utilizado quando já estava dentro do ônibus ou bonde.
O jeito era comprar um um ‘2-strippenkaart’ na mão do motorista, que custa 1,60 euro. Ao invés disso, ele me vendeu um wegwerpchipkaart, que custa 2,60 euros e é válido por 24 horas. Esse cartão faz parte do novo sistema de pagamento de transporte público na Holanda, o OV-chipkaart.
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2 comments 15 - 08 - 2009
Um pouco de progresso…
Começo a perceber que tenho uma certa fluência no holandês. Não que fale 100% correto ou que eu não tenha sotaque. E a fluência depende muito de com quem em falo e em quais circunstâncias.
Num ambiente descontraído como no festival Over Het IJ consigo formar frases completas, as pessoas me entendem e nem sequer me perguntam de que país eu sou.
Este progresso se deve ao fato de eu poder abrir mais a boca em holandês. Tudo começou nos festivais de teatro de 2008, na condição de voluntária.
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Add comment 06 - 07 - 2009
Temporada Bostheater 2009
Com isso, a produção do Bos Theater tenta driblar as mudanças climáticas, já que nos anos anteriores muitos espetáculos tiveram de ser cancelados por causa das chuvas de verão.
O cenário é a ilha onde vivem Próspero, Miranda e Calibã. A trupe do Bostheater interpreta De Storm.
A batateira não conseguiu compreender Sir William Shakespeare em holandês. Mas entendeu a história mesmo sem antes ter lido ou visto A Tempestade. A interpretação, o trabalho de corpo e a música são bons motivos para aplaudir de pé os atores do Bostheater. O cenário e o figurino também são surpreendentes.
De Storm fica em cartaz até nove de agosto.
Leia também:
- Mais teatro ao ar livre
- I’m sitting in the rain
- Na praia, no bosque, na fazenda
- Perdeu o Oerol? Então vá de Over het IJ
Add comment 15 - 06 - 2009
Turismo para ‘diehards’
Em seis de junho as obras do metrô em Amsterdã estavam abertas para visitação. Era possível ver as escavações dos buracos espalhados pelos nove 9,7 quilômetros que, segundo a previsão, devem unir a cidade de norte a sul a partir de 2017.
Tirando o fato de que a obra está estimada em 3,1 milhões de euros e de que diversos moradores se mudaram dos arredores de uma das estações porque os prédios deles afundaram alguns centímetros, quem é que se interessa em visitar uma estação de metrô inacabada?
1 comment 09 - 06 - 2009
Sinal fechado
Ele já estava aguardando o farol mudar de cor antes de eu chegar no cruzamento. Boné na cabeça, mochila nas costas, olhou para mim e me cumprimentou.
‘De onde será que eu o conheço? Será que foi meu aluno de português?’, pensei. Cumprimentei-o e disse que não estava o reconhecendo.
- Nos conhecemos do tempo em que você não tinha máquina de lavar roupas, respondeu ele.
- Claro! É a primeira vez que te vejo de boné!
Não apenas o boné. Se o farol não estivesse fechado jamais o viria com trajes esportivos. Depois de um longo período, acabava de encontrar com o dono da tinturaria que a uns anos atrás frequentava semanalmente. Quando o via no estabelecimento dele, ele sempre estava engomadinho.
2 comments 05 - 05 - 2009
Re: oi Batateira
oi batateira, tá tudo bem por aí?
eu vi na TV que um doidão avançou em cima da família Real de carro…
como anda tudo por aí? pós, trabalho, crise, gripe suína… tudo sob controle?
um beijo
******
Oi Rafa, bom saber que seus pensamentos andam por aqui!
Acho que o telefone sem fio distorceu a notícia por aí. Ninguém da família real foi atingida pelo suzuki desgovernado do ex-agente de segurança que perdeu o emprego, não tinha mais grana para pagar o aluguel e acabou com a própria vida – e de mais sete pessoas – dessa forma.
Mas a Rainha, o príncipe e a princesa não deixam se intimidar. Como todos os 4 de maio, às oito da noite, os membros mais visados da família real estiveram na praça Dam em Amsterdã para fazer os dois minutos de silêncio pelas vítimas de guerra no mundo a partir da segunda guerra mundial.
1 comment 04 - 05 - 2009
Sabor do inverno 2: oliebollen
De longe sente-se o cheiro da massa adocicada e frita no ar. Na pracinha, entre a Bijenkorf e a Beurs van Berlage, em Amsterdã, há um trailler que vende oliebollen, ou seja, bolinhos fritos degustados nessa época do ano nos Países Baixos. Na vitrine diversos tipos massas fritas: redondas, triangulares, recheadas com maçã, uvas passas e outras.
O namorado perguntou se eu gostaria de experimentar. “Claro!”, respondi. Dois oliebollen foram colocados em uma embalagem de papel.
Ventava, fazia bastante frio e decidimos que o melhor seria caminhar comendo. O que eu não sabia era que os “oliebollen” estavam pulverizados com açúcar de confeiteiro. Com muito açúcar de confeiteiro. Na hora que tirei o bolinho da embalagem meu casaco e rosto encheram-se do pozinho doce. Tudo ficou branco, como neve…
Leia também:
Sabor do inverno 1: poffertjes
7 comments 17 - 12 - 2008
Escreva na porta do banheiro!
No banheiro de alguns cafés é permitido escrever na porta da toalete.
É o caso do banheiro do De Nieuwe Anita (foto abaixo).*
* A qualidade da foto não é das melhores … haviam várias mulheres aguardando para usar o sanitário…
Submarina quer saber:
Qual a sua opinião sobre deixar recadinho em portas de banheiro?
Leia também:
toc toc toc, vai demorar por aí?
2 comments 10 - 08 - 2008
NDSM-werf: o porto do submarino
O submarino do post abaixo está ancorado no NDSM-werf. O local sedia também o Over het IJ Festival.
Nessa área da região norte de Amsterdã funcionava o antigo estaleiro da cidade. Atualmente, o aspecto industrial contrasta com a idéia da prefeitura em transformar o local em reduto cultural e de divertimento. O cenário parece inspirar.
Atualmente, cerca de 250 artistas trabalham no antigo estaleiro, que também abriga uma pista de skate indoor. Há pelo menos três restaurantes e um botel (barco+hotel).
Rua digital, rua analógica, avenida hardware e avenida teclado são nomes de algumas das vias públicas que constam no mapa do bairro.
Abaixo, algumas fotos (de tikitoko) com áudio-comentários sobre o local:
O ferryboat NDSM-werf atrás da Estação Central leva pedestres e ciclistas ao local. O transporte é gratuito e a viagem dura cerca de 10 minutos.
4 comments 17 - 07 - 2008
A epidemia laranja
Amanhã começa a Copa Européia de futebol e a Holanda já está laranjinha. Logo que cheguei a Holanda, há quatro anos, assisti uma partida das semi-finais num bar brasileiro.
Relato aqui e agora porque na época o submarina não existia.
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2 comments 06 - 06 - 2008
