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Elas estão por todos os lados nesta época do ano. A tradição ‘manda’ comer oliebol na virada de ano. E os oliebollen podem ser comprados nos supermercados, padarias e, claro, nas oliebollenkraampjes, espalhadas por todos os lados. Os trailers que vendem o oleoso bolinho estão em cada esquina.
As chamadas oliebollenkraampjes surgem a partir de outubro, ficam nas ruas até o final de dezembro e depois desaparecem. Para onde elas vão?
A maioria das pessoas que vendem oliebol trabalham nos parques de diversão ambulantes, conhecidos como kermis.
Durante o inverno não há kermis. Por isso eles vendem oliebol. De janeiro a março a maioria não encontra trabalho ou vai para países vizinhos, onde há kermis. Na Holanda, a temporada de kermis começa em abril.
Há também aqueles que vendem o bolinho por hobby, como é o caso de um outro dono de oliebollenkrampje. Durante o ano todo ele trabalha como padeiro numa das grandes fábricas de pães. No período pré-natal e ano novo ganha um dinheiro extra preparando os bolinhos.
O trailer utilizado por ele foi um dia o transporte de férias da família. Agora o automóvel é apenas utilizado para a venda dos bolinhos por uma razão simples: o cheiro do óleo predomina…
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O Holland doc, programa da tv holandesa de documentários, exibiu Bloeiende Handel essa semana. Negócio que floresce (traduzindo) segue três moradores de Naivasha, uma vila queniana que sofre as consequências da instalação de uma empresa de flores.
Uma das retratadas no documentário é Jane. Ela é uma mãe jovem. Tem quatro filhos. Trabalha das sete da manhã às dez da noite. Chega em casa cansada e vai cozinhar para as crianças, cantar com elas e alfabetizá-las.
O pequeno e humilde lar de Jane não tem banheiro. Mas ela não sai de casa à noite caso precise fazer as necessidades básicas por que corre o risco de ser estuprada… e essa é apenas uma parte da história de Jane.
Me lembro de que quando era criança minha mãe comprava o coco inteiro. Ela tinha o trabalho de furá-lo, tirar a água de coco, parti-lo no meio e finalmente tirávamos os pedacinhos de coco com uma colher.
Não é todo dia, mas de vez em quando encontro os pedacinhos de coco prontinho para o consumo no supermercado mais próximo de casa. E não os deixo na prateleira: entra na minha cestinha de compras e quando chego em casa os devoro enquanto preparo o jantar.
A última vez que me deparei com eles no supermercado estava em busca de guloseimas para levar para o trabalho. Uma vez por semana encho o baleiro da redação com dropjes. “E porque não levar algo saudável para compartilhar com os colegas?” pensei.
O dia estava nublado. Céu cinza, embora a temperatura estivesse amena. Decidimos fazer uma caminhada pelo Boschplaat, a reserva natural que fica no oeste da ilha de Terschelling.
Caminhamos próximo ao dique no mar de Wadden, sob uma área chamada de kwelder, ou seja, onde a argila do mar vai se transformando e permite, ao longo dos anos, o estabelecimento de vegetações.
Uma plantinha chamou a minha atenção. Percebendo o interesse, o namorado explicou que a Zeekraal (ou seja a salicórnia) é comestível. Aguçou a curiosidade culinária!
Cris e Roberta, um casal de brasileiros de passagem por Amsterdã, aproveitaram o final de semana para curtir o Uitmarkt.
Na abertura da temporada cultural 2008/2009 da cidade, puderam assistir gratuitamente a diversas apresentações, como a do The violent husbands, a mais aplaudida por eles.
Entre um show e outro, freqüentaram os bares do evento e descobriram o copo retornável:
“Você paga a cerveja e uma quantia a mais. Quando você devolve o copo, você recebe o dinheiro de volta”, explicou Cris, que gostou da idéia.
Morangos, batatas, ovos, abobrinha e outros alimentos podem ser comprados diretamente do produtor no norte da província de Noord Holland. Em frente as casas, há plaquinhas que indicam o nome dos produtos que oferecem, bem como o preço.
A mesma caixinha de morangos, que custa €2,75 no mercado, em Wognum, custa €1,30 na porta do agricultor, que fica há cerca de três quilômetros de distância. O surpreendente, no entanto, é a maneira como o morango é comercializado.
Em frente à casa do produtor, as caixinhas de morango ficam dentro de uma espécie de gôndola de supermercado improvisada.
Não há ninguém vendendo ou observando. Nem é preciso esperar o proprietário da casa aparecer: basta pegar os morangos e depositar o dinheiro na caixa de correio da casa!
Ovos são comercializados da mesma maneira (foto). Dentro do armário encontram-se três tipos de ovos, com preços que variam entre €1,50 e €2,00. Escolhe-se o produto e coloca-se o dinheiro na caixa de correio do granjeiro.
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Nee/Nee Sticker
Terschelling é também sinônimo de cranberries (uvas-do-monte). Uma das empresas que as cultivam garante que esta ilha, localizada na província de Friesland, é o único lugar do mundo em que as frutinhas podem ser encontradas na versão orgânica.
Diz a ‘lenda’ que, por volta de 1839, diversos barris com bagas vermelhas foram encontrados na praia de Terschelling. Os jutters (colecionadores de objetos naufragados) se dirigiram rapidamente ao local, pensando que haviam encontrado um estoque de vinho. Decepcionados, deixaram as frutas nas dunas, que acabaram se adaptando e brotando no solo da ilha.
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Criei a expectativa de que no Dia da Rainha encontraria o abajour ou a luminária que há anos procuramos. Não são peças assim tão exóticas. Bem, nem sabemos o que queremos. Mas numa feira livre como essa, imaginei que alguém poderia querer se desfazer da iluminação ideal para o nosso lar.
Para ter mais chance de achá-la, pensei em acordar cedo. As pessoas podem a ocupar as ruas com suas mercadorias a partir das seis da manhã e objetos mais desejados são os primeiros a serem vendidos.
* Uma sacola plástica, na maioria dos supermercados holandeses, custa alguns centavos. Para economizar, os estudantes costumam colocar as mercadorias dentro de mochilas e as donas de casa usam um carrinho de compras, por exemplo (nessa grossa classificação, me encaixo entre os estudantes).
* Statiegeld é o dinheiro que se recebe de volta ao se devolver cascos de cerveja ou garrafas plásticas de água ou refrigerante. Na maioria dos supermercados, basta depositar as embalagens vazias na máquina, que vai ler o código de barras e emitir um “vale”, cuja quantia pode ser de alguns centavos ou poucos euros, de acordo com a quantidade de vasilhames entregues. Dirigindo-se ao caixa, basta trocá-lo por dinheiro ou descontar o valor das compras.
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