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Posts Tagged ‘capoeira’

Na Holanda tem, vou mandar buscar…

… uma capoeirista pra tirar jovens da marginalidade na África do Sul.

Bem, a minha versão para “Na Bahia tem, vou mandar buscar” não rimou, mas a história desta guria de Amsterdã está em um documentário que faz parte da programação do Capoeira Film Festival.

Em três noites frias de janeiro, Amsterdã sedia um festival que traz, entre outros, filmes que contam a vida de mestres consagrados que já partiram, como Pastinha e Leopoldina.

E também a história de uma jovem capoeirista de Amsterdã que levou o esporte para uma casa de detenção para menores de idade na Cidade do Cabo, na África do Sul.

Assista ao trailer
de Capoeira in Prison.

Mestre Leopoldina partiu…

… pra jogar capoeira naquela roda eterna, junto de Bimba, Pastinha e muitos outros mestres e capoeiristas…

Uma recordação boa de quando Mestre Leopoldina esteve em Amsterdã pela última vez, no Workshop de Páscoa desse ano:

Também deixa saudades no coração dessa que escreve e que o conheceu apenas de relance.

Demerval Lopes de Lacerda
Mestre Leopoldina
12/02/1933 – 17/10/2007

Sem carros e com capoeira

Neste domingo, 23 de setembro, Amsterdã encerra a semana européia de locomoção sustentável com o Amsterdam autovrij, ou seja, carros não estão permitidos a circular no centro da cidade das 9h00 às 17h00.

Com os veículos do lado de fora do anel viário, a idéia é promover atividades que façam com que os amsterdameses se movimentem de maneira saudável, em uma cidade limpa.

Dentre as atividades programadas, um workshop de capoeira, oferecido pelo Mestre Marreta. O evento acontece das 14h00 às 16h00 na Hobbemakade, entre a Roelof Hartstraat e o posto de gasolina.

Os organizadores do ‘Friday night skate’ prepararam para este domingo o Sunday afternoon skate. Outros vão participar de caminhadas e passeios ciclisticos, além da pretensão de se quebrar o recorde do Guinness Book na categoria desenho à giz na rua. Até agora, o maior desenho à giz na rua era de 5.615 m2.

Veja aqui um spot da prefeitura de Amsterdã sobre o ‘Amsterdam autovrij’.

Ik ben Peninha!

Bijna iedereen die capoeira beoefend, gebruikt een apelido (capoeirabijnaam). Bijna iedereen die een bijnaam heeft, kan een verhaal vertellen waarom hij of zij deze apelido gekregen heeft.

Ik kreeg de mijne op een avond die het heel hard woei. Na de percussieles fietsten Mestre Marreta en ik richting het Leidseplein. Daar moest hij linksaf en ik ging verder door de Marnixstraat. Zoals ik al zei, het woei het ontzettend hard en ik fietste met moeite.

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‘Points’ brasileiros em Amsterdã

Imagine que você foi de férias para o Brasil. Curtiu a praia, matou a saudade da cozinha brasileira, visitou a família, saiu com os amigos.

Na viagem de volta, enquanto o avião está no meio do oceano, você se lembra que esqueceu o presente da mãe do seu namorado, da sua melhor amiga, do seu professor de holandês, enfim, daquela pessoa querida que faz parte da sua vida aqui na Holanda. E ele ou ela haviam pedido um artesanato típico do Brasil… o que fazer?

Simples! Basta ir na Patropi, uma loja de artesanatos brasileiros que agora está de novo endereço. Lá você encontra desde bijouterias e pedras preciosas até redes, esteiras e móveis. O Berimbau de Ouro se apresentou na inauguração. Veja um trecho (qualidade de celular… desculpe!):

E já que estou fazendo propaganda, a Patropi fica na Tweede Constantijn Huygensstraat, quase na esquina com a Overtoom.

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Ik werd in de capoeira ingewijd!

“Ben je klaar om op de grond te vallen? Heb je een goede levensverzekering?” grapte Mestre Marreta op de dag dat ik in de capoeira gedoopt zou worden.

De doop (batizado in het Portugees) is het moment dat je officieel met capoeira begint. Met andere woorden, de inwijding.

“Dan krijg je toch een stukje corda*?”, smsde mijn vriend.

Dat ook. Maar Biriba, een speler die al lang met capoeira bezig is, kwam Carolien – die ook gedoopt zou worden – en mij tegen en legde ons uit hoe een batizado werkt:

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“Folgado é o mundo”

“Folgado é o mundo, que cabe nós todos e ainda é redondo.”
Mestre Leopoldina

“Ninguém me chama de mestre. Para as mulheres chamo-me Leozinho, para os homens, Leopoldina. Só me chama de mestre quem não é meu amigo”. Foi assim que Mestre Leopoldina se apresentou durante nosso treino de capoeira.

Como bom malandro, Leozinho – já que ele permitiu a intimidade – olhou para Camomila, uma das mais jovens capoeiristas de nosso grupo, e perguntou se ela não tinha preconceito de cor ou idade. “Assim, ela pode fazer o velho feliz.”

Em seguida, tocou berimbau e se sentiu em casa – exceto pelo frio.

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