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Posts Tagged ‘II guerra mundial’

Re: oi Batateira

oi batateira, tá tudo bem por aí?
eu vi na TV que um doidão avançou em cima da família Real de carro…
como anda tudo por aí? pós, trabalho, crise, gripe suína… tudo sob controle?

um beijo

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Oi Rafa, bom saber que seus pensamentos andam por aqui!

Acho que o telefone sem fio distorceu a notícia por aí. Ninguém da família real foi atingida pelo suzuki desgovernado do ex-agente de segurança que perdeu o emprego, não tinha mais grana para pagar o aluguel e acabou com a própria vida – e de mais sete pessoas – dessa forma.

Mas a Rainha, o príncipe e a princesa não deixam se intimidar. Como todos os 4 de maio, às oito da noite, os membros mais visados da família real estiveram na praça Dam em Amsterdã para fazer os dois minutos de silêncio pelas vítimas de guerra no mundo a partir da segunda guerra mundial.

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Eles rumaram para o Brasil

Houve um tempo em que milhares de imigrantes embarcavam num navio rumo ao Brasil. Alguns materiais que narram essas aventuras e desventuras caíram em minhas mãos.

Holandeses no Brasil
Holandeses no Brasil é uma série de seis programas da Radio Nederland que aborda diversos aspectos da cultura holandesa no Brasil, desde a época da invasão, comandada por Maurício Nassau em Pernambuco no século XVII, até as relações econômicas e culturais existentes.

holambraRailda Herrero e Mario de Freitas estiveram no Brasil no início de 2003 para realizar esta reportagem.

Holambra
Holambra é um programa da Radio Nederland dos anos 70.

Walter Alves viajou para esta colônia holandesa localizada no interior de São Paulo e conversou com algumas pessoas que lá moravam.

Aqui você pode ouvir este programa.

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A casa da menina do diário

“Hei de publicar um livro depois da guerra com o título O esconderijo secreto. Se serei ou não bem sucedida, não se pode prever, mas o meu diário me servirá de base”.
Anne Frank

Talvez o diário dela, traduzido para 67 idiomas, seja um dos mais lidos no mundo. E o esconderijo seja um dos pontos turísticos mais visitados de Amsterdã. Faça chuva ou faça sol, verão ou inverno, sempre há filas de pessoas para conhecer o local em que a guria viveu com sua família antes de ser levada para o campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia, e falecer de febre tifóide no campo de concentração, em Bergen-Belsen, na Alemanha, aos 15 anos.

Pode causar uma sensação estranha visitar uma casa que ‘vivenciou’ tanto sofrimento. Logo na primeira sala há uma maquete, com uma réplica em miniatura dos móveis, já que estes também foram levados pelos nazistas quando os Frank, os Pels e Fritz Pfeffer, que ali viviam de maneira clandestina, foram delatados.

Difícil não entrar naquele lugar sem se arrepiar. Em todos os cômodos há passagens do diário, o que comprova a história e nos faz pensar nos horrores de guerra, de ontem e de hoje. E esse é também um dos objetivos da Fundação Anne Frank: “promover a tolerância e o respeito mútuo na sociedade”.

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Para visitação, há um guia da casa em português. Na loja (física ou virtual), também é possível encontrar o livro Anne Frank, uma história para hoje em português do Brasil. Em português de Portugal podem ser encontrados o Diário da Anne Frank e Anne Frank, uma vida, uma biografia para crianças em português de Portugal.

Pela internet, e pagando €0,50 extra, é possível comprar os ingressos com antecedência, com data e hora marcada.

No ano passado, a Fundação Anne Frank trouxe uma mostra com cartas inéditas. Aqui há cópias e áudios delas em português.

O dia em que imigrei

Há três anos vivo na Holanda. O mais incrível é que não consigo lembrar-me exatamente em que dia cheguei aqui. Procurei no diário daquela época. No dia dois de maio de dois mil e quatro escrevi que naquela noite eu viajaria e veria meu amado novamente. E também que seria a última noite dormindo na casa dos meus pais antes de me mudar. Sei que viajei durante a noite, mas será que a emoção não me permitiu ser clara? Cadê minha objetividade obsessiva?

Snarf baqueadoA próxima historinha no meu diário data de seis de maio. Mais uma vez, sem nenhuma pista concreta da data precisa que desembarquei no Schiphol. Não sei ao certo a quais datas me refiro quando escrevi que Snarf (foto ao lado) sofreu, por dois dias, o efeito das gotinhas de tranqüilizante para que ele relaxasse por algumas das pelo menos doze horas de viagem e check in/out.

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